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No post anterior comentei sobre a minha fixação nos bondes de Vienna, Praga e Berlin.
Bem, o mesmo acabou acontecendo, porém de maneira mais tranquila, com as bikes que encontrei por esse roteiro.
Inspirado por uma amiga que tem toda uma causa em prol das bicicletas, comecei a prestar mais atenção, sob a ótica fotográfica, para esse meio de transporte. E, estando na Europa, onde as bikes tem uma forte presença, digamos que juntou “a fome com a vontade de comer”.
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In my previous post I mentioned about my fixation on the trams of Vienna, Prague and Berlin.
Well, the same thing happened, in a more controlled way, with the bikes too.
Inspired by a friend of mine whose cause is connected to the bikes, I started paying more attention, in a photography perspective, to this mean of transportation. And, being in Europe, where bikes are pretty common, I just had to “join the dots”.
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Eu sei… muitos de vocês irão dizer que é ridícula essa minha frase, mas é verdade, desde o primeiro momento nesse roteiro e, começando por Viena, fiquei aficcionado nos bondes da cidade.
Um misto de nostalgia, modernidade, classicismo e, de alguma forma, “novidade”, uma vez que não temos tal meio de transporte público no Brasil, os bondes simplesmente capturavam a minha atenção sempre que via um enquanto caminhava pelas belas ruas de Viena.
Depois de um certo número de cliques percebi que havia feito, praticamente, um ensaio dos Bondes… e por que não faze-lo? Logo, fiquei ainda mais atento e fui colecionando algumas imagens pelas demais cidades – Praga e Berlin.
Senhoras e Senhores, com vocês, os Bondes de Viena.
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Yes, I know… some of you will comment on how ridiculous is my phrase, but it´s true, since the first moment in this trip and, starting in Vienna, I got really interested by the trams of the city.
It was a mix of nostalgia, modernity, classicism and, in a certain way, “novelty”, as there is no such means of public transportation in Brazil, the trams simply captivated me everytime I saw one while I was wandering through the streets of Vienna.
After a certain number of clicks I had noticed I did a kind of Tram essay… and why not do it? So I started paying more attention to them and I got some nice pictures in the other cities – Prague and Berlin.
Ladies and Gentlemen, for you, the Trams of Vienna.
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Contrapondo ao ocorrido no dia anterior, ou seja, o problema todo com o agendamento das visitas às cavernas, decidimos sair mais cedo da pousada rumo ao nosso roteiro do dia. Nada que fosse assim, digamos, tão radical… chegamos ao local do agendamento cerca de 50 minutos antes do horário que chegamos no dia anterior, mas foi o suficiente para nos dar o primeiro horário de visitação à Cachoeira do Ouro Grosso, e com isso, preencher o restante do dia com outras atrações.
Essa caverna é outra da categoria “Cavernas Aquáticas”, já que o seu trajeto é feito sobre o leito de um rio e chegando até uma pequena queda d´água, assim como foi na Água Suja. O fato é que a semelhança entre as duas fica apenas nesse fato, já que para atingir o destino final dessa caverna, tivemos que passar por alguns pontos “minúsculos”, o que já muda a dinâmica da visitação. Além disso, as próprias formações dessa cachoeira também são diferentes das anteriores, exigindo também atenção especial durante a observação da mesma.
Ahhh, e vale citar também que a d´água aqui tinha uma formação distinta, já que adentrávamos num pequeno poço antes de atingir a queda propriamente dita.
Descrições geológicas à parte, o ponto é que foi outra surpresa gratificante e revigorate banhar-nos nas águas da cachoeira da Caverna Ouro Grosso.
Após a visitação a essa caverna-cachoeira, fomos para a Caverna Alambari. Outra experiência incrível e completamente distinta das cavernas anteriores – aliás, como vocês podem perceber, cada caverna é diferente da outra nesse roteiro e isso fez dessa visitação ao PETAR um passeio especial.
A Caverna Alambari é uma caverna de dimensões imensas. A sua entrada é grande e o salão “principal” é enorme. Aqui caminhamos até atingir o leito do rio que corta essa caverna, o qual também possui suas pecualiaridades, destacando, o seu silêncio. Isso mesmo, um rio que segue seu curso, porém diferentemente dos demais rios que encontramos nas cavernas anteriores, esse é silencioso, não demonstrando sua “presença” no local.
Após esse contato com o rio, fomos para um “teste de superação” ao passarmos por um minúsculo buraco entre as pedras, apenas para ter a sensação do que é explorar uma caverna de verdade.
E, como se tudo isso não fosse o suficiente para diferenciar essa caverna das demais, aqui encontramos um morcego tirando seu “soninho diurno”.
O último dia não teve fotos, mas teve aventura. Descemos um trecho do rio Betarí de bóia-cross. Um passeio desafiador e relaxante ao mesmo tempo, em meio aquela vista da natureza, a qual infelizmente só está disponível em fotos.
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Different from what happened to us in the day before, I mean, the situation with the cave visit schedule, we decided to leave the hostel to our 3rd day tour earlier. It was not that early in fact, but we arrived 50 minutes earlier and it was enough to be the first group to visit Cave Ouro Grosso (Thick Gold), and it allowed us to enjoy other attractions the rest of the day.
This cave is another of “Water Caves” category, as the trail was through the river inside it, reaching a another small waterfall, as it was in Cave of Àgua Suja. And this is the only similarity between these caves, as to reach the waterfall in Cave of Ouro Grosso we had to go through some “tiny” wholes, and it changes the dynamic of the trail.
Besides, the formations of this cave are different from the others, demanding us attention during our visit.
Ahhh…and it´s also worth mentioning that the waterfall here was a little bit different, because there was a small well before reaching it.
Apart from geological descriptions, the main point is that this cave was another great surprise.
After visiting it, we went to Cave Alambari. Another amazing experience and completely different from the previous ones – by the way, as you can see, each cave in PETAR is singular and it makes this visit a special tour.
Cave Alambari is a huge cave. Its entrance is big as well as its main “hall”. Here we walked until reach the river bed, which is also peculiar, mainly due to its silence. That´s it, a river flows, however apart from the other rivers we visited inside other caves, this one is quiet indeed.
After this river moment, we went through an “overcome test” as we had to go through a tine whole in order to have the sensation on how to really explore a cave.
And, as to emphasise its uniqueness, here we found a small bat taking a “day nap”.
The last day there was no pictures at all, but we did have the adventure. We went down the river Betarí by rafting on a buoy, a challenge and relaxing tour at the same time and a way to admire the nature in another perspective, unfortunately not available on pictures.
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O segundo dia no PETAR deveria ter sido mais intenso, já que estávamos mais descansados do primeiro dia + a longa viagem, porém não foi o que aconteceu.
Devido ao plano de manejo do parque, que rege as normas de visitação das cavernas, há um número limitado de pessoas por dia para adentrar as cavernas. A lista de controle vai sendo preenchida conforme a ordem de chegada dos visitantes, e como tem muitos visitantes, meia hora pode fazer muita diferença na ordem de entrada nas cavernas.
Foi exatamente isso que nos aconteceu. Chegamos no parque por volta das 8:30h e somente fomos visitar a primeira caverna as 12:30h. E, por conta do horário, foi a nossa única caverna do dia.
O roteiro original incluía 2 cavernas e cachoeira, mas ficamos apenas com uma caverna.
Num primeiro momento o pensamento seria “poxa…somente uma caverna”, mas a Caverna da Água Suja valeu pena. Primeiro pela trilha, ja que fomos margeando o rio Betarí, tendo que cruza-lo, inclusive. E depois, claro, a própria caverna da Água Suja, cujos espeleotemas possuem uma característica diferenciada, exigindo de nós uma certa atenção especial ao passar por entre as estalagtites e um ou outro momento de rastejar para atingir o ápice dessa caverna.
E o ápice era uma pequena, porém intensa queda d´água que, em princípio, fez todos pensarem se valia a pena ou não encarar aquela água, já que o trajeto foi feito pelo leito do rio e cuja temperatura não estava assim…digamos…propensa para banhos.
E qual não foi nossa surpresa, ou ao menos dos aventureiros que aceitaram o desafio da pequena queda d´água, ao adentrar naquele fluxo intenso de água… o “gelo” que esperávamos não era assim tão congelante, pelo contrário, foi revigorante e nos deu a energia necessária para encarar a volta toda pelo mesmo leito do rio.
Foi uma grata surpresa, ainda que não tenhamos tido a oportunidade de explorar as demais atrações previstas para esse dia.
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The second day in PETAR should be a more intense one, as we had rest from the day one + long trip, however it was not what happened.
Due to the Visitation and Management Plan of the Park, it´s limited the number of visitors. The list is controled in accordance with the time of arrival in the park, and as there are many visitors, half hour may mean 4 hours later for your visitation.
And that´s exactly what happened to us. We arrived in the park around 8:30h but our group was scheduled to visit the Cave of Água Suja at 12:30h. And, due to this schedule, that was the only cave of the day.
The original tour included 2 caves and a waterfall, but we visited only this cave.
My first thought was “what a pity… only one cave”, but the the Cave of Água Suja is worth it! First because of the trail to reach it, as it goes by the river Betarí, including crossing it. And second because of the Cave of Água Suja itself, which formations present some special characteristics, demanding us attention to walk and/or crawl across them to reach the pinnacle of this cave.
And the pinnacle was a small, but intense waterfall, which made us think if it is worth it or not to go into that cold, cold water as we felt it through our stroll in the river and the temperature was not “suitable” for bath.
Surprised… we were really surprised, or at least those who accepted the adventure of the waterfall. When we took the bath in that water it was not that cold. In fact it was revigorating and gave us the energy to face all the trail back.
The day was really great even visiting only one cave.
Rio Betarí / Betarí river
a entrada da caverna da Água Suja / entrance of the Cave Agua Suja
uma figueira com raiz diferenciada / fig tree with an interesting root
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Schloss, em alemão, significa Palácio.
Schönbrunn, diz a lenda, veio de “schöner brunn” que significa “bela nascente”, devido ao descobrimento de um poço naquela região no século XVI.
O Palácio de Schönbrunn foi construído entre 1638 e 1643 e foi a residência de verão da família Imperial Austríaca – os Habsburgos.
O Palácio é belíssimo, tanto pela parte externa quanto interna. Diversas obras de arte compoem o cenário o cenário do palácio, apresentando pinturas, esculturas, utensílios e objetos daquele período. Entretanto, o que mais chama a atenção, e não é para menos, é o jardim do Palácio.
Grande área muito bem cuidada, com detalhes feitos nos jardins e finalizando, ao fundo, com uma bela e enorme fonte. Compondo a arquitetura, há ainda umas colunas, o que oferece um toque todo especial.
Aqui foi o local onde o lançamento de produto que comentei em posts anteriores, ocorreu acompanhado de um quarteto de cordas (e não poderia ser diferente, não é? Se no Brasil tudo acaba em Samba, na Terra de Mozart, a musicalidade é a sinfonia, ao menos no evento).
Esse palácio vem provar, mais uma vez, porque a Europa me cativa tanto e reforça a tríade fantástica que esse continente nos oferece: cultura, arquitetura e belas cidades.
Conheça mais sobre Schönbrunn Schloss - http://www.schoenbrunn.at/en.html
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Schloss means Palace, in German.
Schönbruun, according to the legend, came from “schöner brunn”, which means “nice/beautiful spring” due to the well discovered in that region on 16th Century.
The Schönbrunn Palace was built from 1638 to 1643 and it was the summer residence of Austrian Imperial Family – the Habsburgs.
The Palace is amazingly beautiful, internally and externally. Many pieces of art make the internal environment presenting paintings, sculptures, appliances and other objects from that period. Nevertheless, what really calls the attention is the garden.
A huge area, very well preserved, full of details and colours, having at the spring. Composing the architecture there are some columns offering a special touch to whole scene.
It was here where the product launching I´ve mentioned before took place. It had the performance of a String Quartet (and it could not be different, couldn´t it? If it was in Brazil the ending would be Samba, but on Mozart´s Land, symphony is the theme…at least in the event).
This palace proves, once again, why Europe captivates my attention so much and emphasises the fantastic triad this continent offers: culture, architecture and beautiful cities.
Know more about Schönbrunn Schloss - http://www.schoenbrunn.at/en.html
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